quarta-feira, 17 de outubro de 2012

nova estensão


Em tempos, apresentámos uma forma limpa e arrumada de ter uma extensão em casa.
O método consistia numa extensão enrolada em torno de um acessório que se encaixava na tomada. Agora, ainda de forma mais “Clean”, o designer Meysam Movahedi, apresenta-nos esta solução:
Tomada Extensão
Tomada Extensão
Tomada Extensão
Tomada arrumada
Um cabo que se desenrola 1,5 metros a partir de uma tomada. É perfeitamente útil para secadores, aspiradores, ou  um sem número de coisas em que se pouparia dinheiro a comprar uma extensão. Depois de usá-lo, puxa-se suavemente a extensão, activando uma mola que sozinha leva o fio para dentro tal e qual como acontece na maioria dos aspiradores.
Fonte: Yanko Design

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Lageanos poderão ser os melhores do país e até do mundo


Lageanos poderão ser os melhores do país e até do mundo





Dois alunos do Senai se preparam para serem os melhores na competição profissional mais importante do mundo



Dois estudantes do Senai de Lages, que fica no bairro Universitário, ganharam a etapa estadual da Olimpíada do Conhecimento, em suas modalidades. Agora, eles se preparam para a etapa nacional, que deve acontecer em novembro deste ano, em São Paulo. Se ganharem, vão para a etapa internacional, que ocorrerá em Litzen, na Alemanha, no ano que vem.



Além dos estudantes terem a chance de tornarem-se os melhores do mundo em suas áreas, é a primeira vez que o Estado poderá ter ganhadores nas áreas de elétrica industrial e predial na etapa nacional.



Os gênios da matemática, de Lages, são Cristian Paul de Oliveira, que concorre na área de eletricista em instalação elétrica industrial e Kallyl Granemann Pereira, que participa na área de instalação elétrica predial. Na etapa nacional, 19 participantes vão concorrer na olímpiada, porém mais estudantes podem entrar na competição até o evento acontecer.



A Olimpíada do Conhecimento tem várias etapas. A primeira competição ocorre com alunos da mesma instituição, depois vai para a etapa estadual, nacional e internacional.



Cristian ficou em segundo lugar na etapa estadual, mas sua pontuação em relação ao primeiro colocado era menos que 10%. De acordo com o regulamento da competição, foi preciso fazer um desempate. Cristian se destacou com uma pontuação de 90,3, e o segundo colocado, conseguiu 93,4.



Ele conta que quando teve uma segunda chance para ganhar a etapa estadual, focou todo seu tempo nos estudos. Para ganhar a etapa nacional, Cristian deve ser o melhor do Brasil em automação industrial, desde a montagem, até a manutenção e programação.



Já Kallyl, precisará ser o melhor do país na instalação elétrica predial, que ocorre por exemplo, em prédios e hotéis. “Eu preciso fazer toda a automação de um lugar. Como vai ter a olímpiada no Brasil, o projeto que tenho é automatizar quartos de hotéis. Hoje para liberar a energia do quarto, já é preciso colocar um cartão”, explica.



O estudante diz que a automação predial é uma forma de economizar energia e também de segurança, já que nenhum aparelho fica ligado sem ninguém estar no local.



Há dois anos, os dois estão estudando para concorrer na olimpíada, mas quando ganharam a etapa estadual, os dois se motivaram mais e estão com o foco nos estudos. Como nenhum competidor pode participar mais de uma vez da etapa nacional, eles possuem uma única chance.
Os estudantes estão confiantes na medalha de ouro. “Não pode ter nenhum erro, senão nada funciona, mas estamos recebendo apoio e investimento do Senai. E Estamos nos dedicando muito”, garante Cristian.



Na competição, cada participante lança um projeto e depois de um longo processo de seleção, três projetos são escolhidos. O melhor de todos será escolhido por avaliadores e será executado na competição nacional. Os estudantes conhecerão o projeto três meses antes da etapa, mas no dia do evento, 30% do projeto selecionado será alterado para desafiar ainda mais os competidores.




Senai investe em estrutura e ensino
Para ajudar os alunos na competição da Olimpíada do Conhecimento, o Senai de Lages, que fica no bairro Universitário, investiu em estrutura e ensino.


Kallyl Granemann Pereira e Cristian Paul de Oliveira estão recebendo treinamento focado nos princípios e processos relacionados à competição. Cada um possui equipamentos, professor orientador e psicólogo para acompanhamento.


É a primeira vez que estudantes da instituição se classificam para a etapa nacional. “A expectativa é boa, pois os competidores estão se preparando bastante e estão confiantes”, diz o diretor do Senai em Lages, Telmo Coelho.




Leia mais sobre a Olimpíada do Conhecimento



Foto:Susana Küster . Corrreio Lageano

Estudantes de SC reforçam preparação para uma olimpíada que mede o desempenho profissional

Em época de Jogos Olímpicos, um grupo de 35 catarinenses está atento para outro tipo de competição. Eles dedicam de seis a oito horas diárias em treinamentos para a Olimpíada do Conhecimento, evento a ser realizado em novembro, no Anhembi, em São Paulo, e que envolve conhecimentos, habilidades e atitudes profissionais. São estudantes do SENAI/SC, entidade que integra o Sistema FIESC, e que nesta segunda-feira reuniram-se no Campeche, em Florianópolis. O encontro serviu para transmitir orientações aos competidores, além de ajudar a construir o espírito de equipe.

Os alunos, entre os quais quatro que participam das provas para pessoas com deficiência, vão disputar 33 ocupações industriais, numa competição em que serão avaliados pela capacidade de planejamento e bom aproveitamento de recursos e tempo no desenvolvimento de atividades típicas de suas profissões. As provas exigem desempenho de alto padrão de qualidade e produtividade. O objetivo deles é garantir vaga para o 42º WorldSkills Competition, torneio internacional, que será realizado em Liepzig, na Alemanha, em julho de 2013.

Experência

Participar do processo de preparação e disputa da Olimpíada do Conhecimento e do World Skills é uma experiência importante na vida e na carreira profissional dos estudantes. Isadora Micaela Guercovich, 17 anos, de Blumenau e que disputa em Tecnologia da Moda-Vestuário observa que muita coisa mudou. "Tenho mais cobranças e muito reconhecimento por parte dos professores e mesmo do mercado", salienta.

Aos 22 anos e já em seu terceiro curso técnico (todos na área de mecânica de aeronaves), Felipe Augusto Kupchak, São José, integrará o clube dos primeiros estudantes do país a disputar na ocupação de Manutenção Aeronáutica, que será oficialmente incluída na Olimpíada do Conhecimento em 2012. Na sua opinião, a preparação e as disputas vão contribuir para alcançar os objetivos. "Quero alcançar o topo, chegar onde puder ir na carreira, trabalhar e estudar no exterior; a Olimpíada do Conhecimento pode me ajudar nisso", afirma. Para alcançar o sucesso almejado, Felipe se dedica diariamente das 13 às 22 horas para treinamentos.

Ariel Bertoluci, de Blumenau, 17 anos, demonstra determinação: "treinamento diário, intenso, bem puxado, todo o dia treinando direto para obter um bom resultado no nacional e em seguida no mundial". Ele será o primeiro catarinense a disputar em Construção em Alvenaria e já tem a receita do sucesso.

Novos horizontes de trabalho

Independentemente de resultados, Guilherme Vilvert, de 20 anos, de Joinville e que compete em Fresagem CNC observa que as portas do mercado de trabalho estão se ampliando. Ele revela que a empresa onde atua o apoia na preparação, liberando-o para os treinamentos. "Já passei para as máquinas melhores da empresa", orgulha-se.

Entre os 35 estudantes do SENAI que se preparam para a Olimpíada do Conhecimento, Bruno Angelo Medeiros, de Tubarão, talvez seja o que carregue a maior responsabilidade. Ele disputa em web design, a ocupação na qual Santa Catarina conseguiu três medalhas nas últimas três edições do World Skills, incluindo um ouro em 2011. Apesar de a preparação ter o cuidado de evitar esse tipo de pressão, Bruno sente o desafio, mesmo porque é treinado pelo medalhista internacional de prata em 2009, André Ramos. Quando entrou no SENAI, Bruno, hoje com 20 anos, percebeu que o web design seria uma excelente alternativa de carreira profissional. Acabou se destacando e sendo convidado para a etapa estadual da Olimpíada do Conhecimento, que venceu. No primeiro semestre de 2012, dedicava seis horas diárias aos treinamentos. Para o segundo semestre, ele trancou a faculdade, que fazia à noite, para treinar nos períodos vespertino e noturno. "É cansativo, mas vale o esforço", afirma.

Ramos é um dos quatro ex-medalhistas do mundial que hoje trabalham no SENAI/SC e cuidam da preparação de novos competidores. Eles têm praticamente a mesma idade - têm três, quatro anos a mais que seus alunos. No caso da Robótica Móvel são três gerações (com três anos de idade de diferença) de competidores envolvidas no processo - Andrei Rogger Belegante competiu em 2009 e auxiliou na preparação da dupla que disputou o World Skills em 2011, da qual participava André Luís Peripolli. Hoje Belegante (21 anos) e Peripolli (20) são os instrutores de Mayron Lucas Corrêa (18) e Ronan Henrique de Medeiros (19).

Reflexos para a indústria

Para o presidente do Sistema FIESC, Glauco José Côrte, a preparação dos alunos para as competições nacional e internacional tem um reflexo positivo para a indústria, "porque mostra a competitividade, a qualificação, a capacidade dos alunos preparados". Além disso, ressalta, "é um valioso instrumento de motivação aos demais estudantes para que se preparem, estudem e se empenhem para se tornarem bons profissionais".

O diretor regional do SENAI/SC, Sérgio Roberto Arruda, compara contribuição da Olimpíada do Conhecimento para a educação com a da Fórmula 1 para a indústria automobilística. "A Olimpíada do Conhecimento é um grande laboratório de práticas e metodologias pedagógicas que permitem que possamos aprimorar o ensino, a educação e a qualidade da educação profissional de Santa Catarina e, por extensão, do Brasil".

O instrutor de construção de alvenaria, Almir Gonçalves, concorda e cita o exemplo de sua área. Segundo ele, o treinamento diferenciado, os conhecimentos adquiridos dia a dia acabarão se refletindo nas demais disciplinas do curso, nos outros cursos da instituição e se refletirão na melhor qualificação dos profissionais que chegarão ao mercado de trabalho.

Participantes do SENAI/SC na Olimpíada do Conhecimento 2012

Blumenau
Confecção de Roupas -- Sabrina Martins
Confeitaria - Igor Fernandes
Construção em Alvenaria - Ariel Bertoluci
Eletrônica Industrial - Gilmar de Souza Junior
Panificação - Allan Alberto Contini
Tecnologia da Moda-Vestuário - Isadora Micaela Guercovich

Brusque
Desenho Mecânico em CAD - Gabriel Barbeiro Roque da Silva
Fresagem Mecânica - Hallan Rhuan Dalagnoli

Concórdia
Mecânica de Refrigeração - Taís Regina Bitencourt

Criciúma
Segurança do Trabalho - Edivaldo Luis Gregório

Florianópolis
Mecatrônica - Irving Fernandes Corrêa e Vinícius Ulbricht Vignes

Jaraguá do Sul
Tornearia Mecânica - Guilherme Souza Eing

Joinville
Construção de Moldes - Marcelo Mores
Fresagem CNC - Guilherme Vilvert
Instalação e Manut. de Redes PC - Eduardo Augusto Klosowski
Robótica Móvel - Mayron Lucas Corrêa e Ronan Henrique Medeiros
Tornearia CNC - Heitor de Borba Amaral
Metrologia Dimensional - Lara Guimarães Teodoro

Lages
Eletricidade Industrial - Cristian Paul de Oliveira
Eletricidade Predial - Kallyl Granemann Pereira

Rio do Sul
Mecânica de Manutenção - Evandro Schiochet

São Bento do Sul
Marcenaria - Vagner Antônio Carvalho
Marcenaria de Estruturas - Antônio da Cunha Junior
Mecânica de Usinagem - Jorge Paulo Kollross

São João Batista
Confecção de Calçados - Dener Augusto da Rosa Haag

São José
Manutenção Aeronáutica - Felipe Augusto Kupchak
Mecânica de Automóveis - Ivan Junior Ferrari

Tubarão
Web Design - Bruno Angelo Medeiros

Olimpíada para pessoas com deficiência


Joinville
Mecânica de Automóveis - Arilson Cordeiro
Panificação - Vanessa Stadelhofer
Tecnologia da Informação - Thiago Cunha

Pomerode
Costura - Ana Carolina Carvalho

Ocupação demonstrativa

Blumenau
Desenvolvimento ambiental - Daiana Rengel

Transformador Monofásico

O transformador pode ser considerado a máquina elétrica responsável por realizar a transformação da energia elétrica proporcionando a redução ou elevação da tensão elétrica alternada. Podemos observar a aplicação desta máquina elétrica em sistemas de redução da tensão em circuitos eletrônicos presente em diversos equipamentos, como por exemplo em eletrodomésticos onde a tensão deve ser rebaixada para níveis menores disponibilizando tensões de pequenas escalas utilizadas por este circuitos eletrônicos, é o caso de um carregador de celular que reduz a tensão de 127 ou 220V para uma tensão de 9V por exemplo.

Características construtivas

Um transformador monofásico simples pode ser dividido em três principais partes:
  • Enrolamento Primário
  • Enrolamento Secundário
  • Núcleo
O Enrolamento Primário simboliza o a bobina responsável por receber a tensão elétrica que será transformada no Enrolamento Secundário, estes dois enrolamentos, comumente chamados de bobinas, envolvem um material ferromagnético(o Núcleo). Observe a ilustração a seguir:

Simbologias utilizadas

Tradicionalmente, quando representados em diagramas elétricos, os transformadores possuem simbologias que expressam seus dois enrolamentos (primário e secundário) como pode-se observar na ilustração a seguir: Outras simbologias são apresentadas em diversas literaturas disponíveis, no entanto, as simbologias acima apresentadas são as mais usuais para transformadores monofásicos.

Características

Existem três tipos de transformadores a serem considerados, são eles:
  • Elevador
  • Rebaixador
  • Isolador

Transformador Elevador

O transformador Elevador irá realizar a elevação da tensão elétrica disponibilizada na entrada do transformador (enrolamento primário), isto se dá em função do enrolamento secundário possuir maior quantidade de espiras em relação ao primário, tornando a indução magnética maior no secundário e disponibilizando, respectivamente, uma maior tensão elétrica. Este tipo de transformado é utilizado em situações onde existe a necessidade de utilizar uma tensão 220V, então, a partir de um nível de tensão de 127V conseguimos uma outra de 220V.

Transformador Rebaixador

Este tipo de transformador realiza o rebaixamento da tensão elétrica presente no enrolamento primário do transformador, somente se torna possível este processo de transformação em função do transformador possuir um número de espiras inferior no enrolamento secundário , fazendo com que a indução magnética seja menor, causando respectivamente a redução da tensão elétrica. Podemos observar este tipo de transformador aplicado a circuitos eletrônicos como o transformador de uma fonte de computador que realiza a redução da tensão de 127V para 12V comumente usado no PC.

Transformador Isolador

O transformador isolador possui a característica de manter no secundário a tensão que recebe no enrolamento primário, ou seja, se uma tensão de 127V é adicionada ao primário do transformador isolador teremos em seu secundário os mesmos 127V. Tradicionalmente utilizado em circuitos eletrônicos, este tipo de transformador isola a tensão do secundário em relação ao primário proporcionando o isolamento físico entre os enrolamentos e, principalmente, a redução de ruídos no secundário.

Princípio de funcionamento

Baseado no princípio de indução eletromagnética, o transformador realiza a transformação da energia elétrica (mais precisamente a tensão elétrica) a partir de um fluxo magnético variável originado de uma corrente elétrica alternada. A tensão elétrica alternada inserida ao enrolamento primário do transformador irá gerar um fluxo magnético variável que será responsável por induzir no secundário uma tensão elétrica induzida de polaridade oposta. Veja abaixo uma breve apresentação ilustrando o campo magnético variável induzindo uma tensão elétrica no secundário do transformador:
Indução Eletromagnética no Transformador

 Perdas no transformador

Como qualquer máquina elétrica, parte da potência gerada pelo transformador é consumida pelas perdas existente no próprio transformador, sendo assim, conhecendo as características da potência elétrica em corrente alternada podemos concluir que a potência elétrica total gerada pelo transformador é denominada Potência Aparente e a potência que se perde no funcionamento do treansformador é a Potência Reativa. Abaixo estão as principais perdas encontradas no funcionamento do transformador:
  • Perda por Histerese
  • Perda por Foucault
  • Perdas no Cobre
Em breve trataremos das características de cada uma das perdas mencionadas acima


Fonte: Sala da Elétrica

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Energia Elétrica sem fio

Energia Elétrica sem fio


Em 1894, aos 38 anos de idade, Nicola Tesla, Considerado um dos maiores inventores da idade moderna, revelou uma de suas grandes invenções, a transmissão de comunicação sem fio (Rádio Frequência), seu intuito na verdade era transmitir a eletricidade sem cabos.  Grande precursor desta tecnologia, Tesla ainda patenteou outras centenas de invenções como o motor assíncrono, a lâmpada fluorescente entre outros.

A Reinvenção

Realizar a transferência de dados sem a utilização de cabos já mais do que uma realidade, mas transmitir a eletricidade sem cabos, até então, era algo muito complexo. Seguindo o desejo de Nicola Tesla, o MIT (Massachusetts Institute of Technology), em 2007 comprovou a viabilidade técnica de transmissão de energia sem conexões físicas, realizando a energização de uma lâmpada de 60W.

Como é possível?

Obviamente, a tecnologia emprega o uso de radiação eletromagnética que permite a transmissão de potência, no entanto, a grande dificuldade é realizar esta transferência a longas distâncias uma vez que a propagação magnética causa “desperdício” da potência transmitida, isto se da pelo fato da radiação eletromagnética se propagar em todas as direções desperdiçando a maior parte da energia. Para vencer esta barreira, o MIT fez uso do princípio da “ressonância magneticamente acoplada”, sendo este o seu grande diferencial. Objetos ressonantes acoplados possuem a mesma frequência de ressonância e por isso tendem a trocar energia de forma muito eficiente e a interagir minimamente com os demais objetos de diferentes frequências de ressonância.

Implicações e Segurança


Tudo parece muito bom e excepcionalmente eficiente, porém, alguns fatores não são muito bem explicados, por exemplo, a interação do humano em um ambiente que esteja usando esta propagação da frequência. Em determinadas situações o uso de adornos como colar ou braceletes pode se tornar uma espécie de antena em loop ou até mesmo uma pessoa que faz uso de marca-passo  interagindo com este ambiente pode ter alterações de funcionamento do marca-passo alterando seus batimentos cardíacos. Isso é uma preocupação importante que não podem deixar de serem estudadas. Hoje, com estudos mais desenvolvidos desta tecnologia, já pode-se notar alguns avanços e empresas já constroem equipamentos que são energizados sem fio.

Eletricidade sem fio – Realidade!

A empresa precursora na criação e desenvolvimento desta tecnologia é a WiTricity Corp, que já vende a energia elétrica sem fio grandes marcas, veja abaixo quais são estas empresas:
 

Conclusão

O grande avanço tecnológico das ultimas décadas associado a ideias e/ou desejos de grandes pesquisadores do passado proporciona hoje estudos que viabiliza nossas atividades do dia a dia, a energia elétrica sem fio é algo muito interessante que auxiliaria diversas de nossas atividades rotineiras, desde o simples carregar a bateria de um celular, energizar um eletrodoméstico sem se preocupar com cabos ou até mesmo carregar a bateria de um carro hibrido (carro elétrico), porém, não podemos deixar de nos preocupar com a “poluição” magnética e quais seriam os impactos desta tecnologia em nossas vidas.


Fonte: Sala da Elétrica

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Eletrofita, um condutor elétrico em forma de adesivo

Eletrofita, um condutor elétrico em forma de adesivo


Esqueceu de deixar um conduíte para passar aquele fio? A solução é chamar um pedreiro e quebrar a parede, Certo? ERRADO!!! A empresa “J Davies “ desenvolveu uma solução para esta necessidade, a Eletrofita. A eletrofita é basicamente um condutor elétrico capaz de ser literalmente colado sobre a parede e substituindo assim a necessidade de perfurar a alvenaria para a instalação de eletrodutos. De forma fácil, eficiente e segura é possível fazer adaptações em instalações existentes a fim de suprir a ausência de uma infraestrutura necessária.

Aplicação

É muito comum, em nosso dia a dia, decidirmos mudar o lay out em nossas residências ou mesmo em um ambiente de trabalho e na grande maioria das vezes isso implica em mudar a disposição de tomadas e/ou iluminação. Também nos deparamos com necessidades específicas como por exemplo instalar um ventilador em um determinado cômodo, mas o problema é que nem sempre temos a disposição um ponto de tomada para a instalação. A solução mais óbvia seria a alteração da alvenaria com a instalação de eletrodutos (conduíte), em alguns casos réguas de tomadas ou filtro de linha, nestes dois últimos casos pode se tornar uma aplicação inviável quando tratamos de segurança. A Eletrofita soluciona este nosso “problema” tornando-se uma solução eficiente e economicamente viável.

É realmente mais barato trabalhar com a Eletrofita?

Em situações “emergenciais” onde a necessidade exige mudanças na estrutura civil, o custo de mão de obra de um pedreiro somados aos custos de cimento, cabos e eletrodutos, com certeza torna-se viável a
25 metros da Eletrofita 2,5mm2 = 50m de cabo 2,5mm2 + 25m de 1,5mm2e custa aproximadamente R$560,00 (02.07.2012)
utilização desta tecnologia, no entanto, cogitar 100% de uma instalação elétrica com a eletrofita é algo nada barato.

Como instalar a eletrofita?

Vejamos a seguir dois vídeos publicados pelo fabricante do produto, trata-se de duas aplicações práticas de utilização deste recurso. O Primeiro vídeo trata de um implementação de um ponto de tomada e o segundo vídeo aborda a instalação de um ventilador de teto
Assista:
Eletrofita - Instalação de Tomada Eletrofita - Instalação de Ventilador
Vídeo 1: Instalação de Tomadas
Vídeo 2: Instalação de Ventilador

Alto Falante






O alto-falante  é um transdutor eletroacústico que produz um som em resposta a uma entrada elétrica de áudio do sinal.  A forma mais comum de alto-falante usa um cone de papel apoiando um eletroímã bobina atuando em um ímã permanente, mas existem muitos outros tipos. Quando a reprodução exata do som é necessário, vários alto falantes podem ser usados, cada um reproduzindo uma parte da faixa de freqüência audível. Alto-falantes em miniatura são encontrados em dispositivos como receptores de rádio e TV, e muitas formas de tocadores de música. Sistemas maiores alto falante são usados para a música, reforço de som em teatros e concertos, e em sistemas de endereços públicos, etc.


Liga-se o enrolamento da bobina aos fios de saída do amplificador. No momento em que surgir corrente elétrica nestes fios, surgirá um campo magnético na bobina. Este irá interagir com o campo natural do imã permanente, criando uma reação de atração ou repulsão - conseqüentemente gerando o movimento do diafragma, que está livre para movimento, sendo sustentado pela "aranha". Esta movimentação diafragmática criará uma turbulência ritmada no ar, conseqüentemente, ondas sonoras.
Resumindo: o som produzido por um alto-falante nada mais é do que uma turbulência ritmada no ar, causada pelo movimento do diafragma, resultado da interação do campo magnético da bobina com o do imã permanente.


Ligação:série (figura 1), paralelo (figura 2) e série-paralelo (associação mista. figura 3)


Para melhorar a reprodução o alto-falante passou a ser montado em uma caixa acústica.


Ligação em Série

Ligação em Paralelo
Ligação  Série Paralelo