O ohmímetro é o instrumento destinado à medição de resistências elétricas. Para que se meça a resistência de um determinado elemento, este não poderá estar conectado ao circuito. Assim, para medirmos uma resistência, devemos primeiramente retira-la do circuito e em seguida medi-la com os pontas de prova do ohmímetro, tomando o cuidado de não tocar com as mãos os terminais da resistência ou as pontas de prova enquanto se faz a medição. Esta medida é necessária, pois o contato com as mãos pode interferir no resultado da medida, uma vez que nosso corpo, como todo material, também possui uma resistência elétrica. Isto pode ser verificado segurando-se com as mãos os terminais de um ohmímetro e observando sua leitura. Assim como nos dois casos anteriores, existem ohmímetros do tipo analógico e também do tipo digital.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
INSTRUMENTOS DE MEDIDAS ELÉTRICAS II
AMPERÍMETRO
O amperímetro é o instrumento elétrico destinado a medir a intensidade de corrente elétrica que percorre um circuito. Como desejamos medir a corrente que “passa” pelo condutor, é necessário que esta corrente também passe pelo amperímetro. Assim, o amperímetro deve ser ligado em “série” com o circuito.
Assim como ocorre com o voltímetro, existem o amperímetro analógico e o digital, sendo este último o tipo mais utilizado atualmente, devido ao menor custo e à facilidade de uso. É importante observar que, para a ligação do amperímetro, o circuito deve ser interrompido, devendo ser religado através do instrumento. Existe um outro tipo de amperímetro, conhecido como amperímetro “alicate”, que mede a corrente que
passa pelo circuito por meio de acoplamento eletromagnético, não exigindo a abertura do circuito ou mesmo conexões elétricas para que se efetue a medida. Este tipo de instrumento é muito utilizado na manutenção de instalações industriais, onde as correntes envolvidas são muito elevadas e a abertura do circuito muitas vezes implicaria na interrupção do processo de produção.
Assim como ocorre com o voltímetro, existem o amperímetro analógico e o digital, sendo este último o tipo mais utilizado atualmente, devido ao menor custo e à facilidade de uso. É importante observar que, para a ligação do amperímetro, o circuito deve ser interrompido, devendo ser religado através do instrumento. Existe um outro tipo de amperímetro, conhecido como amperímetro “alicate”, que mede a corrente que
passa pelo circuito por meio de acoplamento eletromagnético, não exigindo a abertura do circuito ou mesmo conexões elétricas para que se efetue a medida. Este tipo de instrumento é muito utilizado na manutenção de instalações industriais, onde as correntes envolvidas são muito elevadas e a abertura do circuito muitas vezes implicaria na interrupção do processo de produção.
INSTRUMENTOS DE MEDIDAS ELÉTRICAS I
VOLTÍMETRO
O voltímetro é o instrumento utilizado para medir tensão elétrica. O voltímetro não mede o potencial propriamente dito, mas a sua diferença em relação a um ponto de referência.
Para medir uma tensão, os terminais do voltímetro devem estar conectados aos pontos onde se deseja comparar os potenciais, ou seja, em “paralelo” com o elemento sobre o qual se deseja medir a tensão.
Existem basicamente dois tipos de voltímetro, o analógico me o digital. O analógico indica a tensão através da deflexão de um ponteiro, proporcional à tensão medida. Quanto maior for a tensão, maior será o movimento do ponteiro, que indicará o valor medido sobre uma escala previamente graduada e calibrada.
Já o voltímetro digital possui um visor de cristal líquido, cujos dígitos indicam diretamente o valor da tensão medida. Se o potencial medido for menor que o de referência (tensão negativa), o instrumento digital apenas sinalizará com um sinal negativo (-) antes dos dígitos no visor, enquanto o instrumento analógico tenderá a apresentar uma deflexão no sentido contrário ao normal, o que muitas vezes acaba por danificar o instrumento. Atualmente, o custo dos instrumentos digitais tornou-se tão reduzido, que praticamente condenou os instrumentos analógicos à extinção.
Para medir uma tensão, os terminais do voltímetro devem estar conectados aos pontos onde se deseja comparar os potenciais, ou seja, em “paralelo” com o elemento sobre o qual se deseja medir a tensão.
Existem basicamente dois tipos de voltímetro, o analógico me o digital. O analógico indica a tensão através da deflexão de um ponteiro, proporcional à tensão medida. Quanto maior for a tensão, maior será o movimento do ponteiro, que indicará o valor medido sobre uma escala previamente graduada e calibrada.
Já o voltímetro digital possui um visor de cristal líquido, cujos dígitos indicam diretamente o valor da tensão medida. Se o potencial medido for menor que o de referência (tensão negativa), o instrumento digital apenas sinalizará com um sinal negativo (-) antes dos dígitos no visor, enquanto o instrumento analógico tenderá a apresentar uma deflexão no sentido contrário ao normal, o que muitas vezes acaba por danificar o instrumento. Atualmente, o custo dos instrumentos digitais tornou-se tão reduzido, que praticamente condenou os instrumentos analógicos à extinção.
quarta-feira, 14 de março de 2012
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS DOS MOTORES TRIFÁSICOS
Um motor elétrico é acompanhado de uma placa de identificação onde são informados suas principais características. Outras precisam ser obtidas com o fabricante através de catálogos ou consultas diretas. Destacam-se nas características dos motores elétricos trifásicos:
TENSÃO DE FUNCIONAMENTO
A grande maioria dos motores elétricos são fornecidos com os terminais religáveis, de modo que possam funcionar ao menos em dois tipos de tensões. No presente capítulo descrevem-se os principais tipos de religações.
Ligação estrela-triânguloA grande maioria dos motores elétricos são fornecidos com os terminais religáveis, de modo que possam funcionar ao menos em dois tipos de tensões. No presente capítulo descrevem-se os principais tipos de religações.
Este tipo de ligação exige seis terminais do motor, e serve para quaisquer tensões nominais duplas, desde que a segunda seja igual à primeira multiplicada por 3 .
(Exemplos: 220/380 V - 380/660 V - 440/760 V)
Nota: Uma tensão acima de 600 V não é considerada baixa tensão; está na faixa de alta tensão, onde as normas são outras. Nos exemplos 380/660 V e 440/760 V a tensão maior declarada serve somente para indicar que o motor pode ser ligado em estrela-triângulo, pois não existem linhas nesses valores.
Ligação série-paralelo
Este tipo de ligação exige nove terminais no motor, e é usado com tensões nominais duplas, sendo a segunda o dobro da primeira. Existem basicamente dois tipos de religações para estes motores: estrela / duploestrela
e triângulo / duplo-triângulo.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
MATERIIAIIS IISOLANTES
INTRODUÇÃO
Os materiais isolantes podem apresentar vários formatos: em forma de tira (fita) plana, longa, com substância adesiva em um dos lados, de autofusão, ou ainda em forma de tubo termocontrátil (se contrai ao ser submetido a uma determinada temperatura). Podem ser, também, em forma líquida.
TIPOS
Os materiais isolantes podem ser classificados em:
Fita isolante - de borracha (autofusão)
- plástica
Isolante termocontrátil
Isolante líquido
- FITA ISOLANTE
- Fita Isolante de Borracha (Autofusão)
É uma tira elástica fabricada com diversos compostos de borracha e não possui adesivos. Possui como característica a “Autofusão”, isto é, ela se funde quando sobreposta, formando uma massa lisa e uniforme.
Aplicações:
Para reposição da camada isolante de cabos elétricos, em emendas terminações até 69 kV.
Fita Isolante Plástica
É uma tira de material plástica plástico, possuindo em um dos lados uma substância adesiva à base de borracha sensível à pressão. É fabricada em diversas cores: branca, amarela, azul, verde, vermelha e preta.
Aplicações:
Para recomposição da camada isolante ou cobertura de cabos elétricos em emendas e acabamentos nas instalações em geral, sendo a P44 para 750 V e a P42 para 600 V.
CARACTERÍSTICAS DAS FITAS ISOLANTES:
Apresentam-se em rolos de diversos comprimentos, larguras e espessuras:
Comprimento: 5,10 e 20m (Autofusão: 10m)
Largura: 19mm (as mais comuns para uso em instalações elétricas em geral)
Espessura: Pirelli P-42: 0,15mm; P44: 0,18mm; 3M 33+: 0,19mm; Wetzel: 0,15mm e 0,76 mm (Autofusão-Pirelli).
Os materiais isolantes podem apresentar vários formatos: em forma de tira (fita) plana, longa, com substância adesiva em um dos lados, de autofusão, ou ainda em forma de tubo termocontrátil (se contrai ao ser submetido a uma determinada temperatura). Podem ser, também, em forma líquida.
TIPOS
Os materiais isolantes podem ser classificados em:
Fita isolante - de borracha (autofusão)
- plástica
Isolante termocontrátil
Isolante líquido
- FITA ISOLANTE
- Fita Isolante de Borracha (Autofusão)
É uma tira elástica fabricada com diversos compostos de borracha e não possui adesivos. Possui como característica a “Autofusão”, isto é, ela se funde quando sobreposta, formando uma massa lisa e uniforme.
Aplicações:
Para reposição da camada isolante de cabos elétricos, em emendas terminações até 69 kV.
Fita Isolante Plástica
É uma tira de material plástica plástico, possuindo em um dos lados uma substância adesiva à base de borracha sensível à pressão. É fabricada em diversas cores: branca, amarela, azul, verde, vermelha e preta.
Aplicações:
Para recomposição da camada isolante ou cobertura de cabos elétricos em emendas e acabamentos nas instalações em geral, sendo a P44 para 750 V e a P42 para 600 V.
CARACTERÍSTICAS DAS FITAS ISOLANTES:
Apresentam-se em rolos de diversos comprimentos, larguras e espessuras:
Comprimento: 5,10 e 20m (Autofusão: 10m)
Largura: 19mm (as mais comuns para uso em instalações elétricas em geral)
Espessura: Pirelli P-42: 0,15mm; P44: 0,18mm; 3M 33+: 0,19mm; Wetzel: 0,15mm e 0,76 mm (Autofusão-Pirelli).
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
CADE SIMU
Download aqui
Fonte: Blog Eletrica Total
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
SEGURANÇA COM ELETRICIDADE
Ao executar uma instalação elétrica, ou
durante sua manutenção, procure tomar os seguintes cuidados:
■ Antes de qualquer intervenção, desligue
a chave geral (disjuntor ou fusível).
■ Teste sempre o circuito antes de
trabalhar com ele, para ter certeza de que não está energizado.
■ Desconecte os plugues durante
a manutenção dos equipamentos.
■ Leia sempre as instruções das embalagens
dos produtos que serão instalados.
■ Utilize sempre ferramentas com cabo
de material isolante (borracha, plástico, madeira etc). Dessa maneira,
se a ferramenta que você estiver utilizando encostar acidentalmente em
uma parte energizada, será menor o risco de choque elétrico.
■ Não use jóias ou objetos metálicos,
tais como relógios, pulseiras e correntes, durante a execução de um
trabalho de manutenção ou instalação elétrica.
■ Use sempre sapatos com solado
de borracha. Nunca use chinelos ou calçados do gênero – eles aumentam o
risco de contato do corpo com a terra e, conseqüentemente, o risco de
choques elétricos.
■ Nunca trabalhe com as mãos ou os
pés molhados.
■ Utilize capacete de proteção sempre
que for executar serviços em obras onde houver andaimes ou escadas.
■ Chuveiros e torneiras elétricas devem
ser aterrados.
■ Instale o fio terra corretamente, de
acordo com a orientação do fabricante.
■ Pequenos choques, fios derretidos
e cheiro de queimado são sinais de problemas que precisam ser
corrigidos imediatamente.
■ Não mude a chave verão-inverno com
o chuveiro ligado
■ Nunca diminua o tamanho da
resistência para aquecer mais a água. É possível a substituição do
chuveiro por outro mais potente, desde que adequado à fiação
existente. Não reaproveite resistências queimadas.
■ Instale a antena de TV longe da
rede elétrica. Se a antena tocar nos fios durante a instalação, há risco
de choque elétrico.
■ Desligue o interruptor e o disjuntor
do circuito antes de trocar a lâmpada.
■ Não toque na parte metálica do bocal
nem na rosca enquanto estiver fazendo a troca.
■ Segure a lâmpada pelo vidro (bulbo).
Não exagere na força ao rosqueá-la.
■ Use escadas adequadas.
■ Coloque protetores nas tomadas.
■ Evite colocar campainhas e
luminárias perto da cortina.
■ Não trabalhe com os pés descalços ao
trocar fusíveis elétricos.
■ Não passe fios elétricos por baixo
de tapetes. Isso pode causar incêndios.
■ Faça periodicamente um exame completo na
instalação elétrica, verificando o estado de conservação e limpeza de
todos os componentes. Substitua peças defeituosas ou em más condições e
verifique o funcionamento dos circuitos.
■ Utilize sempre materiais de boa
qualidade.
■ Acréscimos de carga (instalação de
novos equipamentos elétricos) podem causar aquecimento excessivo dos
fios condutores e maior consumo de energia, resultando em
curtos-circuitos e incêndios. Certifi que-se de que os cabos e todos os
componentes do circuito suportem a nova carga.
■ Incêndios em aparelhos
elétricos energizados ou em líquidos inflamáveis (óleos, graxas,
vernizes, gases) devem ser combatidos com extintores de CO2 (gás
carbônico) ou pó químico.
■ Incêndios em materiais de
fácil combustão, como madeira, pano, papel, lixo, devem ser combatidos
com extintores de água.
■ Em ligações bifásicas, o desequilíbrio
de fase pode causar queima de fusíveis, aquecimento de fios ou mau
funcionamento dos equipamentos. Corrija o desequilíbrio transferindo
alguns aparelhos da fase mais carregada para a menos carregada (ver item
4.2.5.6 da norma NBR5410).
■ As emendas de fios devem ser bem
feitas, para evitar que se aqueçam ou se soltem. Depois de emendá los,
proteja-os com fita isolante própria para fios.
■ Evite condutores de má qualidade, pois
eles prejudicam a passagem da corrente elétrica, superaquecem e provocam
o envelhecimento acelerado da isolação.
■ Confira, na placa de identificação
do aparelho ou no manual de instrução a tensão e a potência
dos eletrodomésticos a serem instalados. Quanto maior a potência
do eletrodoméstico, maior o consumo de energia.
■ Fusíveis são dispositivos de
proteção contra sobrecarga ou curto-circuito na instalação elétrica.
Quando um fusível derreter ou fundir, desligue a chave e troque-o por um
novo, de igual amperagem.
■ Não substitua fusíveis por
moedas, arames, fios de cobre ou qualquer outro objeto inadequado. Isso
elimina o principal dispositivo de segurança contra a queima de
equipamentos e lâmpadas.
■ É recomendada a troca de fusíveis
por disjuntores termomagnéticos, que são mais seguros e não precisam
de substituição em caso de anormalidade no circuito.
■ Não instale interruptor, fusível ou
qualquer outro dispositivo no fio neutro.
■ A fuga de corrente é semelhante a
um vazamento de água: paga-se por uma energia desperdiçada. Ela pode
acontecer por causa de emendas malfeitas, fios desencapados ou devido à
isolação desgastada, aparelhos defeituosos e consertos
improvisados. Utilize interruptores diferenciais residuais (DR) para
evitar este tipo de problema.
IMPORTANTE: Essas dicas servem apenas para
conhecimento, pois quando você conhece pode cobrar, lembre-se que todo
serviço elétrico comente deve ser feito por profissionais qualificados e
com seus EPIs. Com energia elétrica não se brinca.
Marcadores:
eletricidade,
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